Dia da Consciência Negra

Para entendermos como podemos combater o racismo no Brasil e ajudar no protagonismo da população negra, vamos nos basear em algumas frases de muito impacto trazidas pelo psicólogo Anderson Alves em um bate-papo sobre racismo (BATE…, 2021). Vamos lá?

 

  • “O racismo não acaba e nem diminui, ele se transforma”

 

 

É fato que o racismo existe e se mostra cada vez mais presente em nossa sociedade, de diversas formas. Quem acompanhou a edição do Big Brother Brasil (BBB) deste ano, sabe das várias polêmicas ligadas a atitudes racistas envolvendo os participantes do programa, assim como a reação dos próprios telespectadores, que acusaram alguns dos brothers de racismo. Também, envolvendo o universo midiático, na premiação do Oscar de 2019, o tema se destacou pelo protagonismo de filmes que abordaram essa temática, como Infiltrado na Klan, Green book: o guia e Pantera Negra.

 

Para conhecer mais sobre esses filmes, assista aos trailers a seguir:

Infiltrado na Klan (trailer)

Em 1978, um policial negro do Colorado (Ron Stallworth, interpretado por John David Washington) conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e de outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.
Green book: o guia (trailer)

Tony Lip (interpretado por Viggo Mortensen) precisa de trabalho após a discoteca dele, o Copacabana, fechar as portas. Ele conhece um pianista negro e quer que Lip faça uma turnê com ele. Apesar de os dois se chocarem no início, um vínculo finalmente cresce à medida que eles viajam.

Pantera Negra (trailer)

Após a morte de seu pai e rei, o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) retorna à Wakanda para ser coroado. São reunidas as cinco tribos que o apoiam e os Jabari, que não apoiam o atual governo. T’Challa, junto com aliados dele, procuram Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda, alguns anos atrás, uma quantidade de vibranium.

 

O termo racismo não tem uma definição concreta e predominante, contudo algumas instituições o definem e, quase sempre, os conceitos convergem. A Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, tratado internacional de direitos humanos adotado pela Assembleia das Nações Unidas, descreve discriminação racial como:

 

qualquer distinção, exclusão restrição ou preferência baseadas em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tem por objetivo ou efeito anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício num mesmo plano (em igualdade de condição), de direitos humanos e liberdades fundamentais no domínio político-econômico, social, cultural ou em qualquer outro domínio de vida pública (BRASIL, 1969, on-line).

 

O racismo é um sistema de opressão, portanto, entende-se que é necessário existir um oprimido e um opressor, designando, assim, uma relação de poder. Ou seja, o racismo é caracterizado por uma etnia que se considera e se porta, de diversas formas, como superior à outra. Na nossa atualidade, a forma de racismo predominante ainda é a cometida contra a população negra.

Sugestão de leitura: O que é lugar de fala?

 

 

  • “Não houve a oportunidade de reparação do racismo no Brasil, por isso os mesmos medos voltam para nos assombrar”

 

 

Essa frase está baseada na teoria da psicanálise, que explica a relação do psiquismo com o que nós conhecemos como traumas. Se um trauma não é enfrentado e resolvido, ele, constantemente, volta para nos perturbar, por isso, é importante dar voz aos conflitos e aos sofrimentos que podem atingir uma ou milhões de pessoas. Para entender melhor como o problema do racismo continua a gerar medo e sofrimento em nosso país, vamos entender melhor o processo histórico dele.

 

Leitura sobre o histórico do censo em diversidade étnico-racial após 130 anos da abolição da escravidão no Brasil: IBGE mostra as cores da desigualdade.

 

O Brasil foi a última nação do ocidente a abolir a escravatura. Além disso, não houve nenhum ato de reparação para a inserção digna da população negra na sociedade brasileira, mas, mesmo assim, de forma contraditória, dissemina-se que o país é respaldado em diversidade de raças e de culturas. Na verdade, é evidente a falta de assistência à população negra após a abolição da escravidão, bem como a marginalização dos sujeitos que, antes, estavam em situação de escravidão, o que é, de fato, consequência da falta de quaisquer meios de reparação. Assim, foi construído, em um processo histórico, o racismo estrutural, que colocou o homem branco em um sistema de privilégios, de forma natural, e, ao mesmo tempo, marginalizou a cultura negra como subalterna, como fora da norma.

Dessa forma, os preconceitos direcionados à população negra enraizaram-se no inconsciente da nossa sociedade, expressando-se em atitudes de discriminação da população negra. Isso fica evidente com a violência policial que é, na grande maioria das vezes, direcionada à população negra e, até mesmo, com o fato de que, dentre o maior número de mortes, na atual crise da Covid-19, está a população negra.

Para que isso seja combatido, parte da mudança está na desconstrução do mito da superioridade branca e da inferioridade negra, que atravessa todos os campos da educação, da informação e da imagem e que é reproduzido no cotidiano e interiorizado por uma parcela da sociedade. De acordo com vários estudos, é na educação, principalmente, que se constroem essas imagens estereotipadas e discriminatórias do sujeito e da população negra, de modo que apenas a prática educativa tem o poder de desconstruí-las. 

Mais informações sobre alguns avanços no combate ao racismo foram divulgados em um recente seminário on-line promovido pela Fundação Santillana (LIVE…, 2020). 

 

Alguns dados que evidenciam a importância da temática abordada no seminário são:

  • 54% da população brasileira é negra (pretos ou pardos), mas apenas 29,9% dos cargos de gerência, no Brasil, são ocupados por negros (IBGE, 2019); dentre as 500 maiores empresas brasileiras, apenas 5% dos cargos são preenchidos por pessoas negras;
  • em 2012, 91% dos negros estavam fora das universidades;
  • entre 1965 e 2014, apenas 10% dos livros publicados foram escritos por autores negros (SEIS…, 2017);
  • os negros representam 72,9% da população desempregada (IBGE 2020);
  • a cada 4 brasileiros, 3 que estão dentre os 10% mais pobres do país são negros (IBGE, 2019);
  • a cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 75 são negras (CERQUEIRA, 2000).

 

Para ter conhecimento de mais dados acerca do impacto do racismo na educação de jovens negros, segue uma indicação de leitura sobre o racismo na trajetória dos jovens negros na educação: Infográfico: o impacto da pandemia e do racismo na trajetória dos jovens negros no ensino médio.

 

Outra importante sugestão de leitura é: O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado.

 

 

  • “Os negros foram jogados às margens, enquanto as fronteiras foram abertas para os homens brancos”

 

 

Parafraseando o psicólogo Anderson Alves (BATE…, 2021), quanto mais alta a instância social em que pessoas negras estão inseridas, mais sutil é a forma que o racismo toma. Por isso, precisamos falar de racismo estrutural. Mas o que é isso? É a naturalização de ações, de hábitos, de situações, de falas e de pensamentos que já fazem parte da vida cotidiana do povo brasileiro e que promovem, direta ou indiretamente, a segregação ou o preconceito racial, um processo que atinge, de forma dura e diária, a população negra. No cotidiano da sociedade brasileira, estão normalizadas frases e atitudes de cunho racista e preconceituoso, como piadas que associam negros a situações degradantes e criminosas. 

 

Outra forma comum de racismo é a adoção de eufemismos para se referir a negros ou a pretos, como a palavra moreno e a expressão pessoa de cor. Essa atitude evidencia um desconforto das pessoas, em geral, ao utilizar os termos negro ou preto, pelo estigma social que a população negra recebeu ao longo dos anos. 

 

Essas ações estão por toda parte, em instituições públicas e privadas, nas leis do Estado, nas instâncias familiares e no ambiente profissional. Elas se materializam, principalmente, na ausência de políticas públicas que possam promover melhores condições de vida a essa população. A ausência dessas políticas se torna muito nítida ao observarmos as discrepâncias entre a ocupação dos negros e dos brancos no contexto do trabalho. 

 

Nós nos acostumamos a sermos racistas, à medida que olhamos os espaços públicos e privados e consideramos normal o modo como eles estão socialmente ocupados. Precisamos nos desacostumarmos e nos incomodarmos com o que foi “normalizado” historicamente na sociedade brasileira (CHAGA, 2020, on-line).

 

Para ter acesso a mais dados a respeito do impacto do racismo na estrutura e no ambiente de trabalho, segue a indicação de leitura: Racismo estrutural no Brasil.

 

Outra importante sugestão de leitura é: Racismo estrutural?
Além disso, indicamos, também, o vídeo: O que é racismo estrutural? | Desenhando.

 

 

  • “O problema não é sentir que não somos capazes, mas sim que não merecemos”

 

 

O mundo branco é ocupado pelo homem branco, então, por diversas vezes, o negro não se reconhece como merecedor do mesmo espaço, das mesmas condições e das mesmas oportunidades que esse homem branco. Isso é reflexo de um racismo fundamentado no conceito de “raça” enquanto construto social, ou seja, diferente do conceito de “raça” como característica biológica e genética. 

 

Estudos nacionais e internacionais recentes apontam o racismo e a discriminação racial como as explicações mais sólidas para as desigualdades raciais no Brasil. O contexto multirracial brasileiro propicia, portanto, mediações bastante diferenciadas para a constituição de sujeitos, no que diz respeito a aspectos subjetivos e objetivos entre brancos e negros. A marca dessa diferença e dessa desigualdade perpassa toda a socialização desses indivíduos: a casa, a escola e a rua, e todos os espaços públicos são marcados pela preterição do branco em relação ao negro.

 

Definir quem são os negros e o que é ser negro são pontos essenciais que estão no bojo das discussões contemporâneas sobre negritude e políticas públicas. Assim, as categorias sociológicas e antropológicas, como etnia, raça, cor e classe, entrecruzam-se para possibilitar uma compreensão do que é ser negro e, também, de quem são os brancos. Atualmente, “ser negro” apresenta múltiplas conceituações e modos de identificação pelos próprios sujeitos negros, que podem reivindicar a identidade negra pelo viés de uma valorização da afrodescendência, por uma produção cultural de etnicidade ligada à ideia de diáspora africana e, ainda, pelo viés político, por meio da luta antirracista (que, necessariamente, se articula por meio da categoria sociológica raça), dentre outros diversos sentidos produzidos por cada sujeito.

 

Assim como todas as identidades são relacionais e contingenciais, brancos e negros só existem quando comparados um ao outro, e as diferenças entre eles variam conforme o contexto. Dessa forma, essas semelhanças e essas diferenças se modificam e precisam ser pensadas e definidas em relação aos sistemas políticos, históricos e socioculturais específicos, pois cada contexto define identidades e grupos que se diferem ou se assemelham de inúmeras formas. 

Os indivíduos e os grupos sociais não trazem dentro de si uma essência negra ou uma essência branca, mas essas categorias são significadas e ressignificadas sempre em relação ao contexto sócio-histórico e cultural no qual esses indivíduos e grupos sociais se encontram. 

Ser negro não se trata de uma condição metafísica nem se relaciona, diretamente, como nos Estados Unidos, à afrodescendência; ou seja, ser negro, no Brasil, é uma condição objetiva em que, a partir de um estado primeiro, definido pela cor da pele e pelo passado, o negro é, constantemente, remetido a si mesmo pela vsão dos outros. É por meio do racismo que a cor da pele negra se transforma no que podemos chamar, hoje, de raça negra.

 

Com isso, podemos concluir, mediante os estudos de relações raciais e de racismo no Brasil, que, além da existência do racismo no cotidiano da população negra, ele é atualizado, perpetuado e legitimado pela ideia de raça. Portanto, é por meio dessa categoria política que a luta antirracista deve ser articulada.

 

Leitura complementar: Pequeno manual antirracista.

 

 

REFERÊNCIAS

 

ALMEIDA, S. L. de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.

 

BATE papo – racismo. [S. l.: s. n.], [2021]. 1 vídeo (16 min.). Publicado pelo canal VG Educacional. Disponível em: https://vimeo.com/483201063/5a34d706ee. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

BRASIL. Decreto nº 65.810, de 8 de dezembro de 1969. Promulga a Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial. Brasília, DF: Presidência da República, 1969. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1950-1969/D65810.html. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

CAVALLEIRO, E. (org.). Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola. São Paulo: Selo Negro, 2001.

 

CERQUEIRA, D. Atlas da violência 2000. Brasília: IPEA, 2000. 

 

CHAGA, W. F. Racismo estrutural no Brasil. Portal Geledés, 2020. Disponível em: https://www.geledes.org.br/racismo-estrutural-no-brasil/. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

CHAGAS, I. Racismo: como essa prática é estruturada no Brasil. Politize, 2021. Disponível em: https://www.politize.com.br/racismo-como-e-estruturado/. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

DAHER, V. O antirracismo como sentido da vida. Ciência hoje, 2020. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-antirracismo-como-sentido-da-vida/. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

DESIGUALDADE racial na educação brasileira: um guia completo para entender e combater essa realidade. Observatório de educação, [2021]. Disponível em: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/em-debate/desigualdade-racial-na-educacao/?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=11358183974&utm_content=110865315986&utm_term=discrimina%C3%A7%C3%A3o%20racial%20no%20brasil&gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbExYMQkrowqMM4iri7Hi808hsmqyzbhJcO5zg5pdbf4DkR_f4Iuob5RoCoz4QAvD_BwE. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

FERNANDES, F. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1978. Disponível em: https://afrocentricidade.files.wordpress.com/2016/04/o-genocidio-do-negro-brasileiro-processo-de-um-racismo-mascarado-abdias-do-nascimento.pdf. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

GOMES, I.; MARLI, M. IBGE mostra as cores da desigualdade. Agência IBGE Notícias, 2018. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/21206-ibge-mostra-as-cores-da-desigualdade. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

GREEN book – o guia | Trailer Oficial.  [S. l.: s. n.], 2019. 1 vídeo (2 min.). Publicado pelo canal Ingresso.com. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QxXJ7vkFk48&ab_channel=Ingresso.com. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

IBGE — INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRÁFICA E ESTATÍSTICA. Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil. Estudos e Pesquisas: Informação Demográfica e Socioeconômica, Brasília, n. 41, p. 1-12, 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101681_informativo.pdf. Acesso em: 17 nov. 2021.

 

INFILTRADO na Klan | Trailer (2018) Legendado HD. [S. l.: s. n.], 2018. 1 vídeo (2 min.). Publicado pelo canal Space Trailers. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ie339j2Qeog&ab_channel=SpaceTrailers. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

JURADO, M. T. F. O que é racismo estrutural. Brasil de direitos, 2019. Disponível em: https://www.brasildedireitos.org.br/noticias/488-o-que-racismo-estrutural?utm_source=google&utm_medium=ads&utm_campaign=search&gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbEwyltWSuMm8hhZRhxPfJQMgg17fGfB-cgOvPL9iXqVyLrWS0vjnNWBoCYIsQAvD_BwE. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

LIVE | Movimento negro educador. [S. l.: s. n.], 2020. 1 vídeo (60 min). Publicado pelo canal Editora Moderna. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=BFCYRTXOa2E. Acesso em: 17 nov. 2021.

 

OLIVEIRA, V. de. Infográfico: o impacto da pandemia e do racismo na trajetória dos jovens negros no ensino médio. Porvir, 2020. Disponível em: https://porvir.org/infografico-o-impacto-da-pandemia-e-do-racismo-na-trajetoria-dos-jovens-negros-no-ensino-medio/. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

O QUE é racismo estrutural? | Desenhando. [S. l.: s. n.], 2019. 1 vídeo (5 min.). Publicado pelo canal Quebrando o Tabu. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Ia3NrSoTSXk&ab_channel=QuebrandooTabu. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

PANTERA Negra – Trailer (legendado). [S. l.: s. n.], 2017. 1 vídeo (2 min.). Publicado pelo canal Marvel Brasil. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wL4a4MafSjQ&ab_channel=MarvelBrasil. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

RACISMO estrutural em números no Brasil. Observatório das Desigualdades, [2021]. Disponível em: http://observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/infogr%C3%A1fico-sobre-o-racismo-estrutural-no-Brasil..pdf. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

RIBEIRO, D. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Editora Letramento, 2017. Disponível em: https://www.sindjorce.org.br/wp-content/uploads/2019/10/RIBEIRO-D.-O-que-e-lugar-de-fala.pdf. Acesso em: 12 nov. 2021.

 

RIBEIRO, D. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, [c2019]. Disponível em: http://www.stiueg.org.br/Documentos/7/582.pdf. Acesso em: 12 nov. 2021.

SCHUCMAN, L. V. Racismo e antirracismo: a categoria raça em questão. Rev. psicol. polít., São Paulo, v. 10, n. 19, p. 41-55, jan./jun. 2010. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-549X2010000100005. Acesso em: 12 nov. 2021. 

 

SEIS estatísticas que mostram o abismo racial no Brasil. Carta Capital, 2017. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil/. Acesso em: 17 nov. 2021.

 

VOGADO, A.; PEDRO, A. O papel das empresas na criação de políticas antirracistas. LexLatin, 2020. Disponível em: https://br.lexlatin.com/opiniao/o-papel-das-empresas-na-criacao-de-politicas-antirracistas. Acesso em: 16 nov. 2021.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *