{"id":436,"date":"2021-11-20T10:25:28","date_gmt":"2021-11-20T13:25:28","guid":{"rendered":"http:\/\/vgeducacional.com\/blog\/?p=436"},"modified":"2021-11-20T10:50:02","modified_gmt":"2021-11-20T13:50:02","slug":"dia-da-consciencia-negra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vgeducacional.com\/blog\/2021\/11\/20\/dia-da-consciencia-negra\/","title":{"rendered":"Dia da Consci\u00eancia Negra"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para entendermos como podemos combater o racismo no Brasil e ajudar no protagonismo da popula\u00e7\u00e3o negra, vamos nos basear em algumas frases de muito impacto trazidas pelo psic\u00f3logo Anderson Alves em um <\/span><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/483201063\/5a34d706ee\"><span style=\"font-weight: 400;\">bate-papo sobre racismo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (BATE\u2026, 2021). Vamos l\u00e1?<\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\"><b>\u201cO racismo n\u00e3o acaba e nem diminui, ele se transforma\u201d<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 fato que o racismo existe e se mostra cada vez mais presente em nossa sociedade, de diversas formas. Quem acompanhou a edi\u00e7\u00e3o do Big Brother Brasil (BBB) deste ano, sabe das v\u00e1rias pol\u00eamicas ligadas a atitudes racistas envolvendo os participantes do programa, assim como a rea\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios telespectadores, que acusaram alguns dos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">brothers <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">de racismo. Tamb\u00e9m, envolvendo o universo midi\u00e1tico, na premia\u00e7\u00e3o do Oscar de 2019, o tema se destacou pelo protagonismo de filmes que abordaram essa tem\u00e1tica, como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Infiltrado na Klan<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Green book: o guia<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pantera Negra<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para conhecer mais sobre esses filmes, assista aos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">trailers <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">a seguir:<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ie339j2Qeog&amp;ab_channel=SpaceTrailers\"><span style=\"font-weight: 400;\">Infiltrado na Klan (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">trailer<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1978, um policial negro do Colorado (Ron Stallworth, interpretado por John David Washington) conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Depois de meses de investiga\u00e7\u00e3o, Ron se tornou o l\u00edder da seita, sendo respons\u00e1vel por sabotar uma s\u00e9rie de linchamentos e de outros crimes de \u00f3dio orquestrados pelos racistas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=QxXJ7vkFk48&amp;ab_channel=Ingresso.com\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Green book<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: o guia (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">trailer<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tony Lip (interpretado por Viggo Mortensen) precisa de trabalho ap\u00f3s a discoteca dele, o Copacabana, fechar as portas. Ele conhece um pianista negro e quer que Lip fa\u00e7a uma turn\u00ea com ele. Apesar de os dois se chocarem no in\u00edcio, um v\u00ednculo finalmente cresce \u00e0 medida que eles viajam.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wL4a4MafSjQ&amp;ab_channel=MarvelBrasil\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pantera Negra (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">trailer<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a morte de seu pai e rei, o pr\u00edncipe T\u2019Challa (Chadwick Boseman) retorna \u00e0 Wakanda para ser coroado. S\u00e3o reunidas as cinco tribos que o apoiam e os Jabari, que n\u00e3o apoiam o atual governo. T\u2019Challa, junto com aliados dele, procuram Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, alguns anos atr\u00e1s, uma quantidade de vibranium.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O termo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">racismo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o tem uma defini\u00e7\u00e3o concreta e predominante, contudo algumas institui\u00e7\u00f5es o definem e, quase sempre, os conceitos convergem. A Conven\u00e7\u00e3o Internacional sobre a Elimina\u00e7\u00e3o de Todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o Racial, tratado internacional de direitos humanos adotado pela Assembleia das Na\u00e7\u00f5es Unidas, descreve discrimina\u00e7\u00e3o racial como:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">qualquer distin\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o restri\u00e7\u00e3o ou prefer\u00eancia baseadas em ra\u00e7a, cor, descend\u00eancia ou origem nacional ou \u00e9tnica que tem por objetivo ou efeito anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exerc\u00edcio num mesmo plano (em igualdade de condi\u00e7\u00e3o), de direitos humanos e liberdades fundamentais no dom\u00ednio pol\u00edtico-econ\u00f4mico, social, cultural ou em qualquer outro dom\u00ednio de vida p\u00fablica (BRASIL, 1969,<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> on-line<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O racismo \u00e9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> um sistema de opress\u00e3o, portanto, entende-se que \u00e9 necess\u00e1rio existir um oprimido e um opressor, designando, assim, uma rela\u00e7\u00e3o de poder. Ou seja, o racismo \u00e9 caracterizado por uma etnia que se considera e se porta, de diversas formas, como superior \u00e0 outra. Na nossa atualidade, a forma de racismo predominante ainda \u00e9 a cometida contra a popula\u00e7\u00e3o negra. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Sugest\u00e3o de leitura: <\/span><a href=\"https:\/\/www.sindjorce.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RIBEIRO-D.-O-que-e-lugar-de-fala.pdf\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">O que \u00e9 lugar de fala?<\/span><\/i><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\"><b>\u201cN\u00e3o houve a oportunidade de repara\u00e7\u00e3o do racismo no Brasil, por isso os mesmos medos voltam para nos assombrar\u201d<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa frase est\u00e1 baseada na teoria da psican\u00e1lise, que explica a rela\u00e7\u00e3o do psiquismo com o que n\u00f3s conhecemos como traumas. Se um trauma n\u00e3o \u00e9 enfrentado e resolvido, ele, constantemente, volta para nos perturbar, por isso, \u00e9 importante dar voz aos conflitos e aos sofrimentos que podem atingir uma ou milh\u00f5es de pessoas. Para entender melhor como o problema do racismo continua a gerar medo e sofrimento em nosso pa\u00eds, vamos entender melhor o processo hist\u00f3rico dele.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Leitura sobre o hist\u00f3rico do censo em diversidade \u00e9tnico-racial ap\u00f3s 130 anos da aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no Brasil:<\/span><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/21206-ibge-mostra-as-cores-da-desigualdade\"> <i><span style=\"font-weight: 400;\">IBGE mostra as cores da desigualdade<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Brasil foi a \u00faltima na\u00e7\u00e3o do ocidente a abolir a escravatura. Al\u00e9m disso, n\u00e3o houve nenhum ato de repara\u00e7\u00e3o para a inser\u00e7\u00e3o digna da popula\u00e7\u00e3o negra na sociedade brasileira, mas, mesmo assim, de forma contradit\u00f3ria, dissemina-se que o pa\u00eds \u00e9 respaldado em diversidade de ra\u00e7as e de culturas. Na verdade, \u00e9 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">evidente a falta de assist\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra ap\u00f3s a aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o, bem como a marginaliza\u00e7\u00e3o dos sujeitos que, antes, estavam em situa\u00e7\u00e3o de escravid\u00e3o, o que \u00e9, de fato, consequ\u00eancia da falta de quaisquer meios de repara\u00e7\u00e3o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Assim, foi constru\u00eddo, em um processo hist\u00f3rico, o racismo estrutural, que colocou o homem branco em um sistema de privil\u00e9gios, de forma natural, e, ao mesmo tempo, marginalizou a cultura negra como subalterna, como fora da norma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dessa forma, os preconceitos direcionados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra enraizaram-se no inconsciente da nossa sociedade, expressando-se em atitudes de discrimina\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra. Isso fica evidente com a viol\u00eancia policial que \u00e9, na grande maioria das vezes, direcionada \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra e, at\u00e9 mesmo, com o fato de que, dentre o maior n\u00famero de mortes, na atual crise da Covid-19, est\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o negra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para que isso seja combatido, parte da mudan\u00e7a est\u00e1 na desconstru\u00e7\u00e3o do mito da superioridade branca e da inferioridade negra, que atravessa todos os campos da educa\u00e7\u00e3o, da informa\u00e7\u00e3o e da imagem e que \u00e9 reproduzido no cotidiano e interiorizado por uma parcela da sociedade. De acordo com v\u00e1rios estudos, \u00e9 na educa\u00e7\u00e3o, principalmente, que se constroem essas imagens estereotipadas e discriminat\u00f3rias do sujeito e da popula\u00e7\u00e3o negra, de modo que apenas a pr\u00e1tica educativa tem o poder de desconstru\u00ed-las.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais informa\u00e7\u00f5es sobre alguns avan\u00e7os no combate ao racismo foram divulgados em um recente semin\u00e1rio <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">on-line<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> promovido pela<\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BFCYRTXOa2E\"><span style=\"font-weight: 400;\"> Funda\u00e7\u00e3o Santillana <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">(LIVE\u2026, 2020).\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alguns dados que evidenciam a import\u00e2ncia da tem\u00e1tica abordada no semin\u00e1rio s\u00e3o:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><b>54% da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 negra<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (pretos ou pardos), mas apenas <\/span><b>29,9% dos cargos de ger\u00eancia<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">no Brasil, s\u00e3o ocupados por negros (IBGE, 2019); dentre as 500 maiores empresas brasileiras, apenas 5% dos cargos s\u00e3o preenchidos por pessoas negras;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">em 2012, 91% dos negros estavam <\/span><b>fora das universidades<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">entre 1965 e 2014, <\/span><b>apenas 10% dos livros publicados<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> foram escritos por autores negros (SEIS\u2026, 2017);<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">os negros representam <\/span><b>72,9% da popula\u00e7\u00e3o desempregada<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (IBGE 2020);<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">a cada 4 brasileiros, 3 que est\u00e3o dentre os <\/span><b>10% mais pobres do pa\u00eds s\u00e3o negros<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (IBGE, 2019);<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><b>a cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 75 s\u00e3o negras<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (CERQUEIRA, 2000).<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para ter conhecimento de mais dados acerca do impacto do racismo na educa\u00e7\u00e3o de jovens negros, segue uma indica\u00e7\u00e3o de leitura sobre o racismo na trajet\u00f3ria dos jovens negros na educa\u00e7\u00e3o: <\/span><a href=\"https:\/\/porvir.org\/infografico-o-impacto-da-pandemia-e-do-racismo-na-trajetoria-dos-jovens-negros-no-ensino-medio\/\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Infogr\u00e1fico: o impacto da pandemia e do racismo na trajet\u00f3ria dos jovens negros no ensino m\u00e9dio<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outra importante sugest\u00e3o de leitura \u00e9: <\/span><a href=\"https:\/\/afrocentricidade.files.wordpress.com\/2016\/04\/o-genocidio-do-negro-brasileiro-processo-de-um-racismo-mascarado-abdias-do-nascimento.pdf\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">O genoc\u00eddio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\"><b>\u201cOs negros foram jogados \u00e0s margens, enquanto as fronteiras foram abertas para os homens brancos\u201d<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Parafraseando o psic\u00f3logo Anderson Alves (BATE\u2026, 2021), quanto mais alta a inst\u00e2ncia social em que pessoas negras est\u00e3o inseridas, mais sutil \u00e9 a forma que o racismo toma. Por isso, precisamos falar de racismo estrutural. Mas o que \u00e9 isso? <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 a naturaliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es, de h\u00e1bitos, de situa\u00e7\u00f5es, de falas e de pensamentos que j\u00e1 fazem parte da vida cotidiana do povo brasileiro e que promovem, direta ou indiretamente, a segrega\u00e7\u00e3o ou o preconceito racial, um processo que atinge, de forma dura e di\u00e1ria, a popula\u00e7\u00e3o negra. No cotidiano da sociedade brasileira, est\u00e3o normalizadas frases e atitudes de cunho racista e preconceituoso, como piadas que associam negros a situa\u00e7\u00f5es degradantes e criminosas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outra forma comum de racismo \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o de eufemismos para se referir a negros ou a pretos, como a palavra <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">moreno<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e a express\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">pessoa de cor<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Essa atitude evidencia um desconforto das pessoas, em geral, ao utilizar os termos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">negro <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">ou <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">preto<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, pelo estigma social que a popula\u00e7\u00e3o negra recebeu ao longo dos anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas a\u00e7\u00f5es est\u00e3o por toda parte, em institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, nas leis do Estado, nas inst\u00e2ncias familiares e no ambiente profissional. Elas se materializam, principalmente, na aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas que possam promover melhores condi\u00e7\u00f5es de vida a essa popula\u00e7\u00e3o. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A aus\u00eancia dessas pol\u00edticas se torna muito n\u00edtida ao observarmos as discrep\u00e2ncias entre a ocupa\u00e7\u00e3o dos negros e dos brancos no contexto do trabalho.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00f3s nos acostumamos a sermos racistas, \u00e0 medida que olhamos os espa\u00e7os p\u00fablicos e privados e consideramos normal o modo como eles est\u00e3o socialmente ocupados. Precisamos nos desacostumarmos e nos incomodarmos com o que foi \u201cnormalizado\u201d historicamente na sociedade brasileira (CHAGA, 2020, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">on-line<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para ter acesso a mais dados a respeito do impacto do racismo na estrutura e no <\/span><b>ambiente de trabalho<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, segue a indica\u00e7\u00e3o de leitura: <\/span><a href=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/infogr%C3%A1fico-sobre-o-racismo-estrutural-no-Brasil..pdf\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Racismo estrutural no Brasil<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outra importante sugest\u00e3o de leitura \u00e9: <\/span><a href=\"https:\/\/blogs.uninassau.edu.br\/sites\/blogs.uninassau.edu.br\/files\/anexo\/racismo_estrutural_feminismos_-_silvio_luiz_de_almeida.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">Racismo estrutural?<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, indicamos, tamb\u00e9m, o v\u00eddeo: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Ia3NrSoTSXk&amp;ab_channel=QuebrandooTabu\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">O que \u00e9 racismo estrutural? | Desenhando<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\"><b>\u201cO problema n\u00e3o \u00e9 sentir que n\u00e3o somos capazes, mas sim que n\u00e3o merecemos\u201d<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O mundo branco \u00e9 ocupado pelo homem branco, ent\u00e3o, por diversas vezes, o negro n\u00e3o se reconhece como merecedor do mesmo espa\u00e7o, das mesmas condi\u00e7\u00f5es e das mesmas oportunidades que esse homem branco. Isso \u00e9 reflexo de um racismo fundamentado no conceito de \u201cra\u00e7a\u201d enquanto construto social, ou seja, diferente do conceito de \u201cra\u00e7a\u201d como caracter\u00edstica biol\u00f3gica e gen\u00e9tica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estudos nacionais e internacionais recentes apontam o racismo e a discrimina\u00e7\u00e3o racial como as explica\u00e7\u00f5es mais s\u00f3lidas para as desigualdades raciais no Brasil. O contexto multirracial brasileiro propicia, portanto, media\u00e7\u00f5es bastante diferenciadas para a constitui\u00e7\u00e3o de sujeitos, no que diz respeito a aspectos subjetivos e objetivos entre brancos e negros. A marca dessa diferen\u00e7a e dessa desigualdade perpassa toda a socializa\u00e7\u00e3o desses indiv\u00edduos: a casa, a escola e a rua, e todos os espa\u00e7os p\u00fablicos s\u00e3o marcados pela preteri\u00e7\u00e3o do branco em rela\u00e7\u00e3o ao negro.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Definir quem s\u00e3o os negros e o que \u00e9 ser negro s\u00e3o pontos essenciais que est\u00e3o no bojo das discuss\u00f5es contempor\u00e2neas sobre negritude e pol\u00edticas p\u00fablicas. Assim, as categorias sociol\u00f3gicas e antropol\u00f3gicas, como etnia, ra\u00e7a, cor e classe, entrecruzam-se para possibilitar uma compreens\u00e3o do que \u00e9 ser negro e, tamb\u00e9m, de quem s\u00e3o os brancos. Atualmente, \u201cser negro\u201d apresenta m\u00faltiplas conceitua\u00e7\u00f5es e modos de identifica\u00e7\u00e3o pelos pr\u00f3prios sujeitos negros, que podem reivindicar a identidade negra pelo vi\u00e9s de uma valoriza\u00e7\u00e3o da afrodescend\u00eancia, por uma produ\u00e7\u00e3o cultural de etnicidade ligada \u00e0 ideia de di\u00e1spora africana e, ainda, pelo vi\u00e9s pol\u00edtico, por meio da luta antirracista (que, necessariamente, se articula por meio da categoria sociol\u00f3gica ra\u00e7a), dentre outros diversos sentidos produzidos por cada sujeito.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim como todas as identidades s\u00e3o relacionais e contingenciais<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, brancos e negros s\u00f3 existem quando comparados um ao outro,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e as diferen\u00e7as entre eles variam conforme o contexto. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Dessa forma, essas semelhan\u00e7as e essas diferen\u00e7as se modificam e precisam ser pensadas e definidas em rela\u00e7\u00e3o aos sistemas pol\u00edticos, hist\u00f3ricos e socioculturais espec\u00edficos, pois cada contexto define identidades e grupos que se diferem ou se assemelham de in\u00fameras formas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os indiv\u00edduos e os grupos sociais n\u00e3o trazem dentro de si uma ess\u00eancia negra ou uma ess\u00eancia branca, mas essas categorias s\u00e3o significadas e ressignificadas sempre em rela\u00e7\u00e3o ao contexto s\u00f3cio-hist\u00f3rico e cultural no qual esses indiv\u00edduos e grupos sociais se encontram.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ser negro n\u00e3o se trata de uma condi\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica nem se relaciona, diretamente, como nos Estados Unidos, \u00e0 afrodescend\u00eancia; ou seja, ser negro, no Brasil, \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o objetiva em que, a partir de um estado primeiro, definido pela cor da pele e pelo passado, o negro \u00e9, constantemente, remetido a si mesmo pela vs\u00e3o dos outros. \u00c9 por meio do racismo que a cor da pele negra se transforma no que podemos chamar, hoje, de ra\u00e7a negra.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com isso, podemos concluir, mediante os estudos de rela\u00e7\u00f5es raciais e de racismo no Brasil, que, al\u00e9m da exist\u00eancia do racismo no cotidiano da popula\u00e7\u00e3o negra, ele \u00e9 atualizado, perpetuado e legitimado pela ideia de ra\u00e7a. Portanto, \u00e9 por meio dessa categoria pol\u00edtica que a luta antirracista deve ser articulada.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Leitura complementar: <\/span><a href=\"http:\/\/www.stiueg.org.br\/Documentos\/7\/582.pdf\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pequeno manual antirracista<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>REFER\u00caNCIAS<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">ALMEIDA, S. L. de. <\/span><b>Racismo estrutural<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. S\u00e3o Paulo: Sueli Carneiro; P\u00f3len, 2019.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BATE papo &#8211; racismo. [<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">S. l.: s. n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.], [2021]. 1 v\u00eddeo (16 min.). Publicado pelo canal VG Educacional. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/483201063\/5a34d706ee\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/vimeo.com\/483201063\/5a34d706ee<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BRASIL. <\/span><b>Decreto n\u00ba 65.810, de 8 de dezembro de 1969<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Promulga a Conven\u00e7\u00e3o Internacional sobre a Elimina\u00e7\u00e3o de todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o Racial. Bras\u00edlia, DF: Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, 1969. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto\/1950-1969\/D65810.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto\/1950-1969\/D65810.html<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CAVALLEIRO, E. (org.). <\/span><b>Racismo e anti-racismo na educa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: repensando nossa escola. S\u00e3o Paulo: Selo Negro, 2001.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CERQUEIRA, D. <\/span><b>Atlas da viol\u00eancia 2000<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Bras\u00edlia: IPEA, 2000.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CHAGA, W. F. Racismo estrutural no Brasil. <\/span><b>Portal Geled\u00e9s<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2020. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.geledes.org.br\/racismo-estrutural-no-brasil\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.geledes.org.br\/racismo-estrutural-no-brasil\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CHAGAS, I. Racismo: como essa pr\u00e1tica \u00e9 estruturada no Brasil. <\/span><b>Politize<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2021. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.politize.com.br\/racismo-como-e-estruturado\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.politize.com.br\/racismo-como-e-estruturado\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DAHER, V. O antirracismo como sentido da vida. <\/span><b>Ci\u00eancia hoje<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2020. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/cienciahoje.org.br\/artigo\/o-antirracismo-como-sentido-da-vida\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/cienciahoje.org.br\/artigo\/o-antirracismo-como-sentido-da-vida\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DESIGUALDADE racial na educa\u00e7\u00e3o brasileira: um guia completo para entender e combater essa realidade. <\/span><b>Observat\u00f3rio de educa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, [2021]. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br\/em-debate\/desigualdade-racial-na-educacao\/?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=11358183974&amp;utm_content=110865315986&amp;utm_term=discrimina%C3%A7%C3%A3o%20racial%20no%20brasil&amp;gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbExYMQkrowqMM4iri7Hi808hsmqyzbhJcO5zg5pdbf4DkR_f4Iuob5RoCoz4QAvD_BwE\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br\/em-debate\/desigualdade-racial-na-educacao\/?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=11358183974&amp;utm_content=110865315986&amp;utm_term=discrimina%C3%A7%C3%A3o%20racial%20no%20brasil&amp;gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbExYMQkrowqMM4iri7Hi808hsmqyzbhJcO5zg5pdbf4DkR_f4Iuob5RoCoz4QAvD_BwE<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FERNANDES, F. <\/span><b>O genoc\u00eddio do negro brasileiro<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: processo de um racismo mascarado. S\u00e3o Paulo: Editora Paz e Terra, 1978. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/afrocentricidade.files.wordpress.com\/2016\/04\/o-genocidio-do-negro-brasileiro-processo-de-um-racismo-mascarado-abdias-do-nascimento.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/afrocentricidade.files.wordpress.com\/2016\/04\/o-genocidio-do-negro-brasileiro-processo-de-um-racismo-mascarado-abdias-do-nascimento.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">GOMES, I.; MARLI, M. IBGE mostra as cores da desigualdade. <\/span><b>Ag\u00eancia IBGE Not\u00edcias<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2018. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/21206-ibge-mostra-as-cores-da-desigualdade\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/21206-ibge-mostra-as-cores-da-desigualdade<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">GREEN book &#8211; o guia | Trailer Oficial.\u00a0 [<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">S. l.: s. n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.], 2019. 1 v\u00eddeo (2 min.). Publicado pelo canal Ingresso.com. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=QxXJ7vkFk48&amp;ab_channel=Ingresso.com\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=QxXJ7vkFk48&amp;ab_channel=Ingresso.com<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">IBGE \u2014 INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGR\u00c1FICA E ESTAT\u00cdSTICA. Desigualdades sociais por cor ou ra\u00e7a no Brasil. <\/span><b>Estudos e Pesquisas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Informa\u00e7\u00e3o Demogr\u00e1fica e Socioecon\u00f4mica, Bras\u00edlia, n. 41, p. 1-12, 2019. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101681_informativo.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101681_informativo.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 17 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">INFILTRADO na Klan | Trailer (2018) Legendado HD. [<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">S. l.: s. n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.], 2018. 1 v\u00eddeo (2 min.). Publicado pelo canal Space Trailers. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ie339j2Qeog&amp;ab_channel=SpaceTrailers\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ie339j2Qeog&amp;ab_channel=SpaceTrailers<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">JURADO, M. T. F. O que \u00e9 racismo estrutural. <\/span><b>Brasil de direitos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2019. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.brasildedireitos.org.br\/noticias\/488-o-que-racismo-estrutural?utm_source=google&amp;utm_medium=ads&amp;utm_campaign=search&amp;gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbEwyltWSuMm8hhZRhxPfJQMgg17fGfB-cgOvPL9iXqVyLrWS0vjnNWBoCYIsQAvD_BwE\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.brasildedireitos.org.br\/noticias\/488-o-que-racismo-estrutural?utm_source=google&amp;utm_medium=ads&amp;utm_campaign=search&amp;gclid=CjwKCAjw4KyJBhAbEiwAaAQbEwyltWSuMm8hhZRhxPfJQMgg17fGfB-cgOvPL9iXqVyLrWS0vjnNWBoCYIsQAvD_BwE<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">LIVE | Movimento negro educador. [S. l.: s. n.], 2020. 1 v\u00eddeo (60 min). Publicado pelo canal Editora Moderna. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BFCYRTXOa2E\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BFCYRTXOa2E<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 17 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">OLIVEIRA, V. de. Infogr\u00e1fico: o impacto da pandemia e do racismo na trajet\u00f3ria dos jovens negros no ensino m\u00e9dio. <\/span><b>Porvir<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2020. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/porvir.org\/infografico-o-impacto-da-pandemia-e-do-racismo-na-trajetoria-dos-jovens-negros-no-ensino-medio\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/porvir.org\/infografico-o-impacto-da-pandemia-e-do-racismo-na-trajetoria-dos-jovens-negros-no-ensino-medio\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O QUE \u00e9 racismo estrutural? | Desenhando. [<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">S. l.: s. n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.], 2019. 1 v\u00eddeo (5 min.). Publicado pelo canal Quebrando o Tabu. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Ia3NrSoTSXk&amp;ab_channel=QuebrandooTabu\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Ia3NrSoTSXk&amp;ab_channel=QuebrandooTabu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">PANTERA Negra \u2013 Trailer (legendado). [<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">S. l.: s. n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.], 2017. 1 v\u00eddeo (2 min.). Publicado pelo canal Marvel Brasil. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wL4a4MafSjQ&amp;ab_channel=MarvelBrasil\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wL4a4MafSjQ&amp;ab_channel=MarvelBrasil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">RACISMO estrutural em n\u00fameros no Brasil. <\/span><b>Observat\u00f3rio das Desigualdades<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, [2021]. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/infogr%C3%A1fico-sobre-o-racismo-estrutural-no-Brasil..pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/infogr%C3%A1fico-sobre-o-racismo-estrutural-no-Brasil..pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">RIBEIRO, D. <\/span><b>O que \u00e9 lugar de fala?<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Belo Horizonte: Editora Letramento, 2017. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.sindjorce.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RIBEIRO-D.-O-que-e-lugar-de-fala.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.sindjorce.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/RIBEIRO-D.-O-que-e-lugar-de-fala.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">RIBEIRO, D. <\/span><b>Pequeno manual antirracista<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, [c2019]. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"http:\/\/www.stiueg.org.br\/Documentos\/7\/582.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.stiueg.org.br\/Documentos\/7\/582.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">SCHUCMAN, L. V. Racismo e antirracismo: a categoria ra\u00e7a em quest\u00e3o. <\/span><b>Rev. psicol. pol\u00edt.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, S\u00e3o Paulo, v. 10, n. 19, p. 41-55, jan.\/jun. 2010. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"http:\/\/pepsic.bvsalud.org\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1519-549X2010000100005\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/pepsic.bvsalud.org\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1519-549X2010000100005<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 12 nov. 2021.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SEIS estat\u00edsticas que mostram o abismo racial no Brasil. <\/span><b>Carta Capital<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2017. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/sociedade\/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.cartacapital.com.br\/sociedade\/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 17 nov. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">VOGADO, A.; PEDRO, A. O papel das empresas na cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas antirracistas.<\/span><b> LexLatin<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2020. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/br.lexlatin.com\/opiniao\/o-papel-das-empresas-na-criacao-de-politicas-antirracistas\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/br.lexlatin.com\/opiniao\/o-papel-das-empresas-na-criacao-de-politicas-antirracistas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 16 nov. 2021.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para entendermos como podemos combater o racismo no Brasil e ajudar no protagonismo da popula\u00e7\u00e3o negra, vamos nos basear em algumas frases de muito impacto trazidas pelo psic\u00f3logo Anderson Alves em um bate-papo sobre racismo (BATE\u2026, 2021). 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